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01 dezembro 2004

Paulistano Amor

Saúdo todos e todas!
Hoje apresento um texto que escrevi em 1995, em Macapá. O texto fala de uma importante cidade e comenta algumas situações típicas do lugar.
Espero os comentários sobre o texto.
Harold

Paulistano Amor
Aroldo José

Não sei se é tudo por amor
Ou se foi só um sonho bom que tive
Porque lembrei dos seus olhos
E iluminei minha rua com a luz do seu olhar;
E a lua fez um sinal no céu: era o tempo,
O tempo de querer seu caminhar.

Paulistana vida, paulistano amor.

O que restou foi a emoção de lhe ter,
De querer seguir no seu passo veloz,
Oh! Mulher veloz, como a chama da cidade;
Que me consome de dor e beleza.

Paulistana vida, paulistano amor.

E a dor do Verde me fez chorar,
Apagaram meu fogo, cortaram minhas asas;
Para eu não lhe encontrar,
Para eu não delirar
Nem brincar de erguer sua taça.

Paulistana vida, paulistano amor.

Paulistana é a dor do Mário magro
Que lhe encantou,
Do louco Oswaldo que lhe desvairou
Paulistana é a minha dor, que é amor:
Que é paixão transformada em ardor.

Paulistana vida, paulistano amor.

Macapá, 21/09/95.

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